26 de out. de 2010

Debate na TV Record - Melhores momentos


Apenas Dilma pode garantir desenvolvimento no Nordeste

No debate da TV Record, a candidata Dilma Rousseff mostrou que é a única que tem uma proposta clara para o desenvolvimento do Nordeste. O concorrente do PSDB, José Serra, demonstrou mais uma vez que não conhece a região e as mudanças que o governo Lula conseguiu levar para os nordestinos.
Dilma apontou que as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foram responsáveis por fazer a região crescer à taxas chinesas. Para Serra, que não conhece as necessidades dos nordestinos, as refinarias no Nordeste ainda não saíram do papel.
“Não adiante falar que elas [as obras] não existem. A população sabe. É engraçado que quando o senhor vai para o Nordeste o senhor diz que a obra existe. Não fizeram nem 1 quilômetro da transposição do Rio São Francisco. O senhor deve visitar o Nordeste, candidato, para ver a refinaria Abreu e Lima e daí não diria que ela não sai do papel”, disse a petista para o tucano.
Serra voltou a demonstrar menosprezo pelo PAC dizendo que ele não passa de uma “lista de obras”. Dilma lembrou ao tucano que até agora ele não apresentou nenhuma nova proposta na área de infraestrutura, apenas as já inscritas no PAC.

ProUni

Dilma questionou o adversário para saber se ele pedirá ao seu principal aliado, o DEM, para que retire a Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra o Programa Universidade para Todos (Prouni). Mas ele não respondeu e preferiu dizer que o DEM não questiona o programa.
O DEM, aliado de José Serra, ingressou em 2004 com a ação no Supremo. Ou seja, o DEM é contra que os jovens de baixa renda tenham acesso ao Ensino Superior. Até agora, mais de 700 mil estudantes em todo Brasil já se beneficiaram do Prouni. Sem ele, todos não teriam acesso à universidade.


Pré-sal é bilhete premiado, e Petrobras vai cuidar dele

A candidata Dilma Rousseff, defendeu o novo modelo de exploração do petróleo na camada pré-sal, que muda a lógica de exploração dando ao Estado o controle das reservas. Já o candidato tucano preferiu atacar o novo modelo.
“Você ficou caladinho quando tentaram mudar o nome da Petrobras. O senhor não tem coragem de mostrar sua posição. O senhor está no partido errado, porque seu partido vota contra a lei que garante que a Petrobras será a exploradora do pré-sal”, disse Dilma.
Ela informou aos eleitores que, quando o Brasil tinha apenas reservas de petróleo de baixa qualidade, era viável o modelo vigente na época dos tucanos, em que empresas de fora do país assumiam o risco de exploração.  No pré-sal, isso muda porque o risco de um dos poços estar vazio é pequeno e quem tem a tecnologia para extrair o petróleo é a Petrobras.
“Nós não éramos um país com petróleo de alta qualidade. Um dia a Petrobras descobriu uma reserva. Quando descobriu que tinha bilhete premiado e não podia passa para empresas estrangeiras mudamos o modelo e dissemos que o petróleo passou a ser do povo brasileiro", explicou.
Segundo ela, "a partir daí nós criamos um plano para que a riqueza do pré-sal sirva para a saúde, a educação, para erradicar a pobreza, investir em ciência e tecnologia, dar acesso a cultura e cuidar do meio ambiente”.
Hoje, mais um aliado de Serra, dessa vez o deputado Luiz Paulo Veloso Lucas (PSDB), disse à Folha de S. Paulo que o governo não estava adotando o modelo correto e que a Petrobras não devia investir em refinarias. Serra preferiu rejeitar o aliado.


Dilma cobra investigação sobre braço direito de tucano


A candidata à presidência, Dilma Rousseff, cobrou novamente do candidato tucano uma explicação de por que o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, não foi investigado pelas autoridades estaduais, após ter seu nome envolvido com suspeitas de irregularidades nos contratos com as empreiteiras que construíram o Rodoanel em São Paulo.
Serra mais uma vez se esquivou de explicar por que o governo tucano não abriu sequer uma sindicância para apurar os malfeitos do aliado, conhecido entre os membros do PSDB de São Paulo como Paulo Preto.
“O candidato Serra, quando está pressionado inventa, essa história de trololó. Ele só enrola. Ele [Paulo Preto] é braço direito, esquerdo e até talvez a cabeça também do candidato Serra. Ele é responsável pelas principais obras do governo Serra em São Paulo. Ele mudou o contrato da Dersa com as empreiteiras e três vigas do Rodoanel caíram. Como isso pode ser exemplo de gestão do Serra?”, questionou a petista.
Dilma também perguntou a Serra o motivo de a Polícia Civil de São Paulo não ter investigado Paulo Preto, quando descobriu uma jóia roubada com ele.  “A Polícia Civil de São Paulo podia investigar, por ele ter recebido uma jóia roubada. Ou o senhor podia ter aberto uma sindicância para avaliar a gestão dele na Dersa. Tem gente que investiga e pune. E tem gente que acoberta e ainda considera a pessoa que cometeu o malfeito como competente e sério”, disse Dilma para Serra.
Ela lembrou ainda que Serra disse que não conhecer o aliado num dia, mas que depois de uma entrevista em que Paulo Preto afirmou à Folha de S. Paulo que “não se deixa um aliado ferido na estrada”, o tucano rapidamente se lembrou de Paulo Souza e até lhe fez elogios.



No debate, Dilma perguntou e não teve respostas de Serra


Desde o primeiro debate entre os candidatos, Dilma Rousseff questiona o tucano José Serra, sobre a política de emprego. Mas ele nunca respondeu. Hoje, no debate da TV Record, por duas vezes Dilma perguntou, e o concorrente do PSDB não respondeu. A avaliação da petista e dos aliados é que Serra não tem propostas para o emprego, por isso foge. Até agora, foram nove debates e nenhuma resposta.
Em mais um debate em que deixou claras as diferenças entre o PT e o PSDB, Dilma apontou a falta de transparência de Serra ao lidar com aliados políticos como Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, a inexistência de propostas dos tucanos para a região Nordeste e o despreparo de Serra ao falar de temas como emprego e segurança pública.
Ao final do debate, a candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando lamentou a atitude de soberba e desdém de Serra e disse que ficou sem várias respostas do tucano.
“Teve um pouco de soberba e desdém do candidato Serra. Eu tentei não deixar perguntas sem respostas. Mas eu tive que lutar muito para ter algumas perguntas minhas respondidas. A do emprego, por exemplo. Acho que ele não responde sobre a questão. Dizer que não é real a geração de quase 14 milhões de empregos é forçar os números, vou dizer assim para ser elegante”, argumentou.
Paulo Preto
Dilma disse que não trouxe a polêmica de ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, conhecido entre os tucanos como Paulo Preto, à tona, mas que o caso serve para mostrar a diferença de atitude do PT e do PSDB em relação malfeitos na administração pública.
“Um governo que ao perceber o malfeito investiga e pune. E outro que é encoberta. Nos governos sempre vai ter problema. Tem que se preparar e, em havendo, ver qual a medida que toma. É por aí que se distingue um governo e outro. É uma posição política. A diferença existe entre governo que investiga e pune [o do PT] e o governo que encobre, acoberta e disfarça [o do PSDB]”, comentou.
Para o deputado e coordenador da campanha de Dilma, José Eduardo Cardozo, Serra parecia um pouco distante da realidade brasileira. “O Serra foi deselegante em alguns momentos. Mas os eleitores vão observar qual o comportamento deve ter o futuro presidente da República no trato com as pessoas. Dilma foi segura e excepcional. Ele chegou até a falar em disco voador, acho que a cabeça dele estava em Marte”, ironizou o petista.

Emprego

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, também comentou a falta de propostas de Serra para a geração de empregos. Ele lembrou que o tucano foi questionado em todos os debates sobre o tema e nunca ofereceu uma resposta.
"O nosso adversário está desde o primeiro debate fugindo da pergunta sobre emprego. Pelo menos dessa vez ele apresentou a capa anti-Lula que ele deixou guardada por muito tempo. Foi o debate que mais ajudou do ponto de vista programático para ver as diferenças. Se debateu aqui emprego qual a postura em relação reforma agrária, em relação aos movimentos sociais, à política de segurança e saúde”, disse.

Não a mais dúvidas, Dilma Presidente para o Brasil seguir mudando.

2 comentários:

  1. #DILMAAAAAAAAAAAAAAAAAASIMMMMMMMMMM

    DILMAAAAAAAAAAAAAAAAA

    SOU ___13

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  2. Ola, tudo bem. É por isso que voto Dilma 13. Para o Brasil seguir mudando... para não regredirmos, por acreditar ainda em pessoas descentes que lutam pela esperança do povo... (Fábio Ferreira, Juventude Petista de Itarantim-BA)

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