1 de nov. de 2010

Presidenta vai erradicar a miséria e fortalecer a economia



A presidenta Dilma Rousseff, eleita com mais de 55,7 milhões de votos, afirmou após sua vitória que fará um governo com foco na erradicação da pobreza, no fortalecimento da economia nacional e fará esforços por uma reforma política que eleve os valores republicanos. A primeira mulher a assumir o comando do Brasil abriu seu discurso assumindo o compromisso de “honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural”, disse.
“Reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras. Ressalto, entretanto, que esta ambiciosa meta não será realizada pela vontade do governo. Ela é um chamado à nação, aos empresários, às igrejas, às entidades civis, às universidades, à imprensa, aos governadores, aos prefeitos e a todas as pessoas de bem. Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte. A erradicação da miséria nos próximos anos é, assim, uma meta que assumo, mas para a qual peço humildemente o apoio de todos que possam ajudar o país no trabalho de superar esse abismo que ainda nos separa de ser uma nação desenvolvida”, afirmou.
A presidenta também alertou a nação que o reforço da economia brasileira terá que se dar pelo mercado interno, já que as nações desenvolvidas estão em dificuldades e continuarão assim por mais alguns anos e seguirão adotando medidas protecionistas. “No curto prazo, não contaremos com a pujança das economias desenvolvidas para impulsionar nosso crescimento. Por isso, se tornam ainda mais importantes nossas próprias políticas, nosso próprio mercado, nossa própria poupança e nossas próprias decisões econômicas”, salientou.

Pré-sal

Dilma frisou que a riqueza do petróleo do pré-sal será direcionada principalmente para o desenvolvimento da nação e não será usado com projetos “efêmeros”. “O Fundo Social é mecanismo de poupança de longo prazo, para apoiar as atuais e futuras gerações. Ele é o mais importante fruto do novo modelo que propusemos para a exploração do pré-sal, que reserva à Nação e ao povo a parcela mais importante dessas riquezas. Definitivamente, não alienaremos nossas riquezas para deixar ao povo só migalhas”, disse.
Ela reafirmou que se empenhará para melhorar a conduta política do Brasil e pediu apoio dos partidos políticos para aprovar uma reforma política. “Nosso país precisa ainda melhorar a conduta e a qualidade da política. Quero empenhar-me, junto com todos os partidos, numa reforma política que eleve os valores republicanos, avançando em nossa jovem democracia”, discursou.
A petista também reforçou seu compromisso com a liberdade de imprensa, de expressão e de credo. “Quem, como eu, lutou pela democracia e pelo direito de livre opinião arriscando a vida; quem, como eu e tantos outros que não estão mais entre nós, dedicamos toda nossa juventude ao direito de expressão, nós somos naturalmente amantes da liberdade. Por isso, não carregarei nenhum ressentimento. Disse e repito que prefiro o barulho da imprensa livre ao silencio das ditaduras”, frisou.

Lula

Emocionada, Dilma falou sobre sua relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e contou o que aprendeu com o maior líder que o país já teve.
“Ter a honra de seu apoio, ter o privilégio de sua convivência, ter aprendido com sua imensa sabedoria, são coisas que se guarda para a vida toda. Conviver durante todos estes anos com ele me deu a exata dimensão do governante justo e do líder apaixonado por seu pais e por sua gente. A alegria que sinto pela minha vitória se mistura com a emoção da sua despedida. Sei que um líder como Lula nunca estará longe de seu povo e de cada um de nós. Baterei muito a sua porta e, tenho certeza, que a encontrarei sempre aberta”, concluiu.

31 de out. de 2010

Íntegra do pronunciamento da presidente eleita Dilma Rousseff



Minhas amigas e meus amigos de todo o Brasil,

É imensa a minha alegria de estar aqui. Recebi hoje de milhões de brasileiras e brasileiros a missão mais importante de minha vida. Este fato, para  além de minha pessoa, é uma demonstração do avanço democrático do nosso país: pela primeira vez uma mulher presidirá o Brasil. Já registro portanto aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural. E que ele possa se repetir e se ampliar nas empresas, nas instituições civis, nas entidades representativas de toda nossa sociedade.
A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um principio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: SIM, a mulher pode!
Minha alegria é ainda maior pelo fato de que a presença de uma mulher na presidência da República se dá pelo caminho sagrado do voto, da decisão democrática do eleitor, do exercício mais elevado da cidadania. Por isso, registro aqui outro compromisso com meu país:
  • Valorizar a democracia em toda sua dimensão, desde o direito de opinião e expressão até os direitos essenciais da alimentação, do emprego e da renda, da moradia digna e da paz social.
  • Zelarei pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa.
  • Zelarei pela mais ampla liberdade religiosa e de culto.
  • Zelarei pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos tão claramente consagrados em nossa constituição.
  • Zelarei, enfim, pela nossa Constituição, dever maior da presidência da República.


Nesta longa jornada que me trouxe aqui pude falar e visitar todas as nossas regiões. O que mais me deu esperanças foi a capacidade imensa do nosso povo, de agarrar uma oportunidade, por mais singela que seja, e com ela construir um mundo melhor para sua família. É simplesmente incrível a capacidade de criar e empreender do nosso povo. Por isso, reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras.
Ressalto, entretanto, que esta ambiciosa meta não será realizada pela vontade do governo. Ela é um chamado à nação, aos empresários, às igrejas, às entidades civis, às universidades, à imprensa, aos governadores, aos prefeitos e a todas as pessoas de bem.
Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte. A erradicação da miséria nos próximos anos é, assim, uma meta que assumo, mas para a qual peço humildemente o apoio de todos que possam ajudar o país no trabalho de superar esse abismo que ainda nos separa de ser uma nação desenvolvida.
O Brasil é uma terra generosa e sempre devolverá em dobro cada semente que for plantada com mão amorosa e olhar para o futuro. Minha convicção de assumir a meta de erradicar a miséria vem, não de uma certeza teórica, mas da experiência viva do nosso governo, no qual uma imensa mobilidade social se realizou, tornando hoje possível um sonho que sempre pareceu impossível.
Reconheço que teremos um duro trabalho para qualificar o nosso desenvolvimento econômico. Essa nova era de prosperidade criada pela genialidade do presidente Lula e pela força do povo e de nossos empreendedores encontra seu momento de maior potencial numa época em que a economia das grandes nações se encontra abalada.
No curto prazo, não contaremos com a pujança das economias desenvolvidas para impulsionar nosso crescimento. Por isso, se tornam ainda mais importantes nossas próprias políticas, nosso próprio mercado, nossa própria poupança e nossas próprias decisões econômicas.
Longe de dizer, com isso, que pretendamos fechar o país ao mundo. Muito ao contrário, continuaremos propugnando pela ampla abertura das relações comerciais e pelo fim do protecionismo dos países ricos, que impede as nações pobres de realizar plenamente suas vocações.
Mas é preciso reconhecer que teremos grandes responsabilidades num mundo que enfrenta ainda os efeitos de uma crise financeira de grandes proporções e que se socorre de mecanismos nem sempre adequados, nem sempre equilibrados, para a retomada do crescimento.
É preciso, no plano multilateral, estabelecer regras mais claras e mais cuidadosas para a retomada dos mercados de financiamento, limitando a alavancagem  e a especulação desmedida, que aumentam a volatilidade dos capitais e das moedas. Atuaremos firmemente nos fóruns internacionais com este objetivo.
Cuidaremos de nossa economia com toda responsabilidade. O povo brasileiro não aceita mais a inflação como solução irresponsável para eventuais desequilíbrios. O povo brasileiro não aceita que governos  gastem acima do que seja sustentável.
Por isso, faremos todos os esforços pela melhoria da qualidade do gasto público, pela simplificação e atenuação da tributação e pela qualificação dos serviços públicos. Mas recusamos as visões de ajustes que recaem sobre os programas sociais, os serviços essenciais à população e os necessários investimentos.
Sim, buscaremos o desenvolvimento de longo prazo, a taxas elevadas, social e ambientalmente sustentáveis. Para isso zelaremos pela poupança pública.
Zelaremos pela meritocracia no funcionalismo e pela excelência do serviço público. Zelarei pelo aperfeiçoamento de todos os mecanismos que liberem a capacidade empreendedora de nosso empresariado e de nosso povo. Valorizarei o Micro Empreendedor Individual, para formalizar milhões de negócios individuais ou familiares, ampliarei os limites do Supersimples e construirei modernos mecanismos de aperfeiçoamento econômico, como fez nosso governo na construção civil, no setor elétrico, na lei de recuperação de empresas, entre outros.
As agências reguladoras terão todo respaldo para atuar com determinação e autonomia, voltadas para a promoção da inovação, da saudável concorrência e da efetividade dos setores regulados.
Apresentaremos sempre com clareza nossos planos de ação governamental. Levaremos ao debate público as grandes questões nacionais. Trataremos sempre com transparência nossas metas, nossos resultados, nossas dificuldades.
Mas acima de tudo quero reafirmar nosso compromisso com a estabilidade da economia e das regras econômicas, dos contratos firmados e das conquistas estabelecidas.
Trataremos os recursos provenientes de nossas riquezas sempre com pensamento de longo prazo. Por isso trabalharei no Congresso pela aprovação do Fundo Social do Pré-Sal. Por meio dele queremos realizar muitos de nossos objetivos sociais.
Recusaremos o gasto efêmero que deixa para as futuras gerações apenas as dívidas e a desesperança.
O Fundo Social é mecanismo de poupança de longo prazo, para apoiar as atuais e futuras gerações. Ele é o mais importante fruto do novo modelo que propusemos  para a exploração do pré-sal, que reserva à Nação e ao povo a parcela mais importante dessas riquezas.
Definitivamente, não alienaremos nossas riquezas para deixar ao povo só migalhas. Me comprometi nesta campanha com a qualificação da Educação e dos Serviços de Saúde. Me comprometi também com a melhoria da segurança pública. Com o combate às drogas que infelicitam nossas famílias.
Reafirmo aqui estes compromissos. Nomearei ministros e equipes de primeira qualidade para realizar esses objetivos. Mas acompanharei pessoalmente estas áreas capitais para o desenvolvimento de nosso povo.
A visão moderna do desenvolvimento econômico é aquela que valoriza o trabalhador e sua família, o cidadão e sua comunidade, oferecendo acesso a educação e saúde de qualidade. É aquela que convive com o meio ambiente sem agredí-lo e sem criar passivos maiores que as conquistas do próprio desenvolvimento.
Não pretendo me estender aqui, neste primeiro pronunciamento ao país, mas quero registrar que todos os compromissos que assumi, perseguirei de forma dedicada e carinhosa. Disse na campanha que os mais necessitados, as crianças, os jovens, as pessoas com deficiência, o trabalhador desempregado, o idoso teriam toda minha atenção. Reafirmo aqui este compromisso.
Fui eleita com uma coligação de dez partidos e com apoio de lideranças de vários outros partidos. Vou com eles construir um governo onde a capacidade profissional, a liderança e a disposição de servir ao país será o critério fundamental.
Vou valorizar os quadros profissionais da administração pública, independente de filiação partidária.
Dirijo-me também aos partidos de oposição e aos setores da sociedade que não estiveram conosco nesta caminhada. Estendo minha mão a eles. De minha parte não haverá discriminação, privilégios ou compadrio.
A partir de minha posse serei presidenta de todos os brasileiros e brasileiras, respeitando as diferenças de opinião, de crença e de orientação política.
Nosso país precisa ainda melhorar a conduta e a qualidade da política. Quero empenhar-me, junto com todos os partidos, numa reforma política que eleve os valores republicanos, avançando em nossa jovem democracia.
Ao mesmo tempo, afirmo com clareza que valorizarei a transparência na administração pública. Não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito. Serei rígida na defesa do interesse público em todos os níveis de meu governo. Os órgãos de controle e de fiscalização trabalharão com meu respaldo, sem jamais perseguir adversários ou proteger amigos.
Deixei para o final os meus agradecimentos, pois quero destacá-los. Primeiro, ao povo que me dedicou seu apoio. Serei eternamente grata pela oportunidade única de servir ao meu país no seu mais alto posto. Prometo devolver em dobro todo o carinho recebido, em todos os lugares que passei.
Mas agradeço respeitosamente também aqueles que votaram no primeiro e no segundo turno em outros candidatos ou candidatas. Eles também fizeram valer a festa da democracia.
Agradeço as lideranças partidárias que me apoiaram e comandaram esta jornada, meus assessores, minhas equipes de trabalho e todos os que dedicaram meses inteiros a esse árduo trabalho. Agradeço a imprensa brasileira e estrangeira que aqui atua e cada um de seus profissionais pela cobertura do processo eleitoral.
Não nego a vocês que, por vezes, algumas das coisas difundidas me deixaram triste. Mas quem, como eu, lutou pela democracia e pelo direito de livre opinião arriscando a vida; quem, como eu e tantos outros que não estão mais entre nós, dedicamos toda nossa juventude ao direito de expressão, nós somos naturalmente amantes da liberdade. Por isso, não carregarei nenhum ressentimento.
Disse e repito que prefiro o barulho da imprensa livre ao silencio das ditaduras. As criticas do jornalismo livre ajudam ao pais e são essenciais aos governos democráticos, apontando erros e trazendo o necessário contraditório.
Agradeço muito especialmente ao presidente Lula. Ter a honra de seu apoio, ter o privilégio de sua convivência, ter aprendido com sua imensa sabedoria, são coisas que se guarda para a vida toda. Conviver durante todos estes anos com ele me deu a exata dimensão do governante justo e do líder apaixonado por seu pais e por sua gente. A alegria que sinto pela minha vitória se mistura com a emoção da sua despedida.
Sei que um líder como Lula nunca estará longe de seu povo e de cada um de nós. Baterei muito a sua porta e, tenho certeza, que a encontrarei sempre aberta. Sei que a distância de um cargo nada significa para um homem de tamanha grandeza e generosidade. A tarefa de sucedê-lo é  difícil e desafiadora. Mas saberei honrar seu legado. Saberei consolidar e avançar sua obra.
Aprendi com ele que quando se governa pensando no interesse público e nos mais necessitados uma imensa força brota do nosso povo. Uma força que leva o país para frente e ajuda a vencer os maiores desafios.
Passada a eleição agora é hora de trabalho. Passado o debate de projetos agora é hora de união. União pela educação, união pelo desenvolvimento, união pelo país. Junto comigo foram eleitos novos governadores, deputados, senadores. Ao parabenizá-los, convido a todos, independente de cor partidária, para uma ação determinada pelo futuro de nosso país.
Sempre com a convicção de que a Nação Brasileira será exatamente do tamanho daquilo que, juntos, fizermos por ela.

Muito obrigada.

Fica o nosso agradecimento a todos os militantes do PT, a todas as pessoas que acreditaram nesse projeto e que irão nos ajudar a continuar mudando o Brasil. Muito Obrigado Dilma, por ser essa mulher guerreira e por ser a nossa Presidente!

30 de out. de 2010

Twiteiros denunciam: Serra ao vivo, sábado à noite, no twitcam

por Conceição Lemes

O artigo 4º da legislação eleitoral atual determina:

É vedada, desde 48 horas antes até 24 horas depois da eleição, a veiculação de qualquer propaganda política no rádio ou na televisão – incluídos, entre outros, as rádios comunitárias e os canais de televisão que operam em UHF, VHF e por assinatura –, e, ainda, a realização de comícios ou reuniões públicas (Código Eleitoral, art. 240, parágrafo único).

Ou seja, isso vale desde a zero hora de sábado. O descumprimento é crime eleitoral.
Pois nesse sábado às, 19h56 –  12 horas  antes do início da votação — o candidato José Serra (PSDB) entrou na Rede Mobiliza,  para interagir com eleitores pelo twitcam, tendo atrás dele material de propaganda.
Um eleitor do Rio de Janeiro denunciou o fato ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) antes de a transmissão começar: José Serra – Crime eleitoral ao vivo – Campanha ilegal. Mais precisamente às 19h54, quando a rede do candidato, anunciava a participação do candidato ao vivo dali a instantes.  Para comprovar, anexou imagens da transmissão.







Trapaça e jogo sujo na carreata de Serra

 

José Serra fez carreata em São Bernardo do Campo hoje, cidade onde mora o presidente Lula, e Suzano. Suspeitaram que seria uma última tentativa de arrumar confusão, para tumultuar o quadro eleitoral.

O povo, esperto, não quis saber de provocação. E tudo correu tranquilo.

Eleitores de Dilma Rousseff (PT) se manifestaram junto às pessoas que seguravam bandeiras do tucano pelas calçadas, mas que não são necessariamente serristas. Um lojista, da porta de seu estabelecimento, gritou: “Só daqui a quatro anos. Desta vez não vão ganhar, não”. Uma outra eleitora, entre confusa e exaltada bradou: “é Dilma 45″, confundindo os números dos candidatos.

Mas a baixaria e o jogo sujo se fez presente, como sempre tem ocorrido no rastro por onde passa José Serra.

Alguns carros cometiam estelionato eleitoral e exibiam adesivos do presidente Lula associado ao número 45 (o nº do tucano).

No fim da carreata, um militante tucano pegou o microfone do carro de som e, imitando de maneira grosseira o presidente Lula, pediu votos para Serra. (Com informações do Terra e da Folha tucana)


Não se engane, dia 31 é o grande dia, vamos fazer nosso Brasil seguir mudando, amanha vote 13, vote Dilma Rousseff. Por uma política limpa!

29 de out. de 2010

Debate da Rede Globo: Melhores Momentos



Dilma deixou clara sua proposta para segurança

A candidata Dilma Rousseff tirou as dúvidas dos eleitores hoje, durante o debate na TV Globo, sobre quem tem a melhor proposta para o país melhorar a segurança dos seus cidadãos. Muito mais preparada e com uma solução clara e abrangente, a petista disse que vai investir em formação profissional dos policiais e em tecnologia para combater o crime organizado e o tráfico de armas e drogas.
“Eu acho que a segurança é um problema tão grave que a União tem que fazer parceria com estados e prefeituras. Como estamos fazendo com a bolsa formação, já formamos 376 mil policiais. Além disso, tem que haver investigação e punição. Proponho ainda as polícias comunitárias, onde se concentra o crime. Polícias comunitárias com trabalho concentrado, monitoramento para combater os crimes”, disse.
Dilma também explicou a proposta de unificação dos cadastros da população carcerária, dos criminosos e da justiça, para ter registro completo dos condenados. A petista insistiu que o Brasil deve continuar fortalecendo a Polícia Federal, que é responsável pelo policiamento da fronteira e equipá-la com tecnologia para combater o narcotráfico e o transporte ilegal de armas.

Agricultura Familiar

Os eleitores indecisos escolhidos pela TV Globo também questionaram os candidatos sobre suas propostas para o campo e para manter os jovens na lavoura.
Novamente nesse tema, Dilma mostrou ter proposta muito mais objetiva do que seu adversário. A candidata reforçou os avanços conquistados pelos agricultores nos últimos oito anos, como a ampliação recorde do crédito, a criação do seguro agrícola e o programa Luz para Todos. Ela disse que continuará nesse rumo e lutará para dar aos moradores do campo as mesmas oportunidades daqueles que estão na cidade.
“No Rio Grande do Sul, tivemos uma das melhores experiências nos últimos anos e vou levar isso para todo Brasil. A agricultura familiar teve acesso à energia elétrica. Eu considero que tem que ser dado, e me comprometo a fazer isso, para o filho do agricultor e para agricultor a mesma qualidade de vida de quem mora na cidade, senão eles mudam para a cidade. Educação é grande desafio, garantir para o filho que ele volte para casa como agrônomo", disse.


Melhor caminho na educação é valorizar o professor

A candidata Dilma Rousseff afirmou hoje, durante o último debate na campanha, que o caminho para melhorar a qualidade da educação no Brasil é valorizar o professor. segundo ela, isso se faz com formação continuada e salários mais altos.
“Não tem como fazer educação de qualidade sem pagar bem o professor. Fizemos o piso de R$ 1.024. É pouco ainda. Ele [o professor] precisa ganhar bem e dar a ele formação continuada. Não se pode ter relação de atrito quando professores pedem melhores salários. O Brasil só vai sair de posição de país emergente se der condições de educação para as nossas crianças e jovens. Precisamos ter professores bem formados e pagos. Pagar bem o professor é uma meta que vou perseguir”, afirmou a petista.
Ela também falou da construção de 6 mil creches para dar oportunidade igual para crianças pobres e ricas. Dilma se comprometeu também a ampliar os ensinos técnico e superior públicos.

Meio Ambiente

Dilma também foi questionada sobre a proteção à biodiversidade nacional. Ela citou os compromissos brasileiros firmados na COP-15, em Copenhague, na Dinamarca, como a redução do desmatamento da Amazônia em pelo menos 80% e do Cerrado em pelo menos 40%.
“Vou continuar criando áreas de preservação e dar ao Ibama funcionários capazes de impedir que essas áreas sejam atacadas por desmatadores”, disse. Ela explicou também que é preciso dar alternativas aos mais de 20 milhões de moradores da Amazônia para que eles não fiquem dependentes do desmatamento para sobreviver.

Menos imposto

A candidata se comprometeu com a desoneração da folha de pagamento para estimular a geração de empregos. Ela disse que fará isso por meio de uma reforma tributária. Outro caminho para o estímulo ao emprego que ela se comprometeu é com o aumento de crédito para as pequenas empresas e também com a ampliação dos limites para que elas se enquadrem no Super Simples.



Quem cuida dos pobres em São Paulo é o governo federal

A candidata à presidência, Dilma Rousseff, afirmou hoje, durante debate da TV Globo, que quem cuida das pessoas carentes em São Paulo, estado governado até março desse ano pelo candidato tucano, José Serra, é o governo federal, com os programas sociais da gestão petista.
Ela reclamou ainda que o governo do PSDB dificulta o acesso ao benefício. “Quem cuida de pobres em São Paulo é o governo federal. São Paulo tem 1,4 milhão de famílias que precisam do Bolsa Família. Atendemos apenas 1,1 milhão. E essas 300 mil não atendemos porque o município e o estado não fazem cadastro”, disse.
Segundo ela, a questão social para ela não é um detalhe. É o centro da sua proposta. “A questão social é fundamental no meu projeto. Além do concreto e do cimento, o que é mais importante é a vida das pessoas. Tiramos 28 milhões da pobreza e vou tirar os 21 milhões que ainda estão na pobreza extrema”, disse.

Pequenas manipulações da Globo ficaram claras, mas tudo bem, venceremos tudo isso e continuaremos com o Brasil mudando!

Não tem mais dúvidas, objetivos claros, respostas concretas e não fantasias! Parabéns Dilma Rousseff, dia 31, VOTE 13

A arapuca do debate da Globo - MUITO CUIDADO !




Os debates na televisão brasileira são irrelevantes – para dizer pouco.

E por que ?

Porque os partidos e os candidatos nao confiam na imprensa brasileira e não deixaram jornalistas fazer peguntas, com direito a follow-up.

Candidato não sabe fazer pergunta.

Candidato faz pergunta para responder ele mesmo, na volta.

Quem sabe fazer pergunta é jornalista isento, sério.

Desde que ele tenha o direito a fazer a pergunta seguinte à resposta.

Não adianta um jornalista perguntar sobre a maracutaia da concorrência do metrô de São Paulo e o Serra responder sobre Nossa Senhora da Aparecida.

O jornalista tem que ter o direito de ir para a réplica, o follow up: mas, pera ai, santinho do pau oco … a pergunta era sobre a carta marcada da concorrência do metrô que o senhor administrou.

Hoje, no Brasil, realizou-se a proeza de tirar o jornalista do jornalismo.

Porque os jornalistas do PiG (*) não prestam.

Para evitar desgaste, os partidos e candidatos desidrataram o debate.

Sobra a edição do debate.

E aí a Globo é imbativel.

Numa boa mesa de edição, a Globo já mudou o rumo de duas eleições, a partir de debates.

O mais recente foi em 2006, quando o Ali kamel produziu sua “finest hour”: levou a eleição para o segundo turno do Lula contra o Alckmin, ao mostrar o dinheiro dos aloprados e a cadeira do Lula vazia no debate da Globo.

Ele conseguiu passar a ideia de que o Lula tinha fugido do dinheiro dos aloprados.

Clique aqui para ler “O primeiro golpe já houve. Falta o segundo”.

É bom não esquecer que o dinheiro dos aloprados nasce das ambulâncias superfaturadas no Ministério da Saúde do Serra, que tinha o Marcelo Lunus Itagiba e o Barjas Negri – gente finíssima.

E que, no segundo turno, o Alckmin teve menos votos do que no primeiro – uma das proezas do marqueteiro do Serra.

O outro debate que a Globo manipulou foi em 1989, quando Lula e Collor se enfrentaram na véspera da eleição do segundo turno.

Sem direito, como agora, a uma réplica no horário eleitoral gratuito.

(Como é que a Dilma foi cair nessa ?)

O Dr Roberto mandou editar o debate de forma muito precisa: tudo de bom do Collor e tudo de ruim do Lula.

E assim fez a Globo.

Logo em seguida ao resumo do debate – o ruim do Lula e o bom do Collor – , na histórica edição do jornal nacional, Alexandre Maluf Garcia leu um editorial em que dava a entender que votar no Collo significava preservar a jovem democracia de um sapo barbudo furioso.

Está na hora de se livrar do monopólio das pesquisas.

E da Globo.

No enterro do Néstor Kirchner, o presidente Lula podia trazer de volta no avião, para dar uma lida, uma cópia da Ley de Medios.

E ver o que Néstor e Cristina fizeram com o Clarín, que mandava na Argenina muitas vezes menos do que a Globo manda no Brasil.

Quando for melancolicamente para casa no dia 1º de novembro, Serra não descansará.

Montado na UDN de São Paulo e na garupa do PiG (*), Serra vai liderar a campanha do impeachment do Dilma.

A partir do dia 1º.

Seu grande aliado nessa eleição, um quadro que honra a campanha udenista, Roberto Jefferson, já avisou: vai jorrar sangue.

Se depender do Serra, a partir de 1º de novembro, jorrará muito sangue.

Ele será capaz de ir a Nápoles e ver como jorra sangue de San Genaro.

Serra travará uma Guerra “Santa” movida pelo ódio.

Ele não descansará.

Ate mandar a mulher para um convento em Lourdes.

Obs: Para saber mais informações, apenas clique no título da notícia e veja mais informações no conversaafiada.com.br

Datafolha: Dilma manteve a liderança de 12 pontos




Pesquisa Datafolha realizada ontem voltou a indicar estabilidade no quadro da corrida presidencial, com Dilma Rousseff (PT) mantendo liderança de 12 pontos sobre José Serra (PSDB).
A diferença agora é que o percentual de indecisos caiu de 8% para 4% em dois dias. Essa redução nesse grupo de eleitores indica que há cada vez menos espaço para mudanças na tendência de favoritismo da candidata do PT.
O levantamento do Datafolha, encomendado pela Folha, foi realizado ontem em 256 cidades e com 4.205 entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Quando se consideram os votos válidos, Dilma manteve os mesmos 56% que obteve nos levantamentos de terça-feira (dia 26) e quinta-feira (dia 21). Serra também ficou com seus 44% registrados nas últimas duas sondagens.

Queda dos indecisos

Há alguma variação no que diz respeito aos votos totais, pois aí houve redução dos indecisos. Dilma oscilou de 49% para 50% nesta semana. Serra foi de 38% para 40%. Ambos movimentaram-se dentro da margem de erro da pesquisa.
Os que votam em branco, nulo ou nenhum mantiveram-se em 5%. E houve a queda nos indecisos, de 8% para 4% em dois dias, de terça para ontem.
No geral, as curvas dos candidatos na pesquisa Datafolha neste segundo turno mostram uma tendência clara: Dilma conseguiu ganhar algum fôlego desde o início do mês (pulou do patamar dos 48% para o dos 50% dos votos totais), enquanto Serra parece ter ficado estagnado (começou outubro com 41% e agora tem 40%).
Há também uma pequena variação para baixo, dentro da margem de erro, no percentual total dos que são indecisos somados aos que votam em branco, nulo e nenhum. No início deste mês, eram 11%. Agora, são 9%. Há sinais de que esses eleitores não querem mesmo sair desse grupo.

Marina

Essa tendência é perceptível entre os eleitores que dizem ter votado em Marina Silva (PV) no primeiro turno. No começo de outubro, 9% deles votavam em branco, nulo ou nenhum e outros 18% estavam indecisos. Somados, esses dois grupos eram 27%.
Ontem, segundo o Datafolha, os "marineiros" indecisos caíram para 8%, mas os que vão anular ou votar em branco foram a 18%. Os dois grupos totalizam 26%. Ou seja, cerca de um quarto dos eleitores de Marina não se convenceram até agora a votar em Dilma ou em Serra.
Outro dado que ajuda a entender porque a petista subiu um pouco neste mês e consolidou sua dianteira é o comportamento de quem no primeiro turno votou em branco ou nulo. Na primeira semana de outubro, 14% desses eleitores diziam estar propensos a votar na petista e 25% declaravam apoio ao tucano.
Passadas quase quatro semanas, o quadro se inverteu: 25% dos eleitores que votaram em branco ou nulo no primeiro turno dizem agora que vão escolher Dilma contra 13% que optam por Serra.
A vantagem de Dilma continua ancorada no eleitorado masculino. Entre os homens, ela tem 54% contra 38% de Serra. Já no voto feminino há um empate técnico: a petista está com 46% e o tucano obtém 43%, diz o Datafolha. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número 37721/2010.

Fonte: site UOL.

27 de out. de 2010

"Não usem o meu nome para o vale-tudo eleitoral", repreende Marina. Sobre o PSDB e o Candidato Serra usarem o nome dela, sem sua autorização ou aviso.


A senadora Marina Silva (PV-AC) criticou, hoje, duramente os setores do PSDB que promoveram iniciativas fraudulentas de envolvê-la em ações de apoio à candidatura de José Serra.
“Não usem meu nome para o vale-tudo eleitoral”, advertiu Marina ao tomar conhecimento de um endereço de e-mail falso (marina@pv.gov.br) e de um post do blog Eu Vou de Serra 45 que manipula declarações dadas por ela durante a campanha do primeiro turno.
“Infelizmente, muitos não aprenderam nada com os resultados das urnas e continuam a promover a política de mais baixo nível ao usar estratagemas banais para buscar votos”, declarou a ex-presidenciável do PV.
O e-mail com o remetente marina@pv.gov.br é direcionado aos simpatizantes de Marina e contém mensagem em nome da senadora e do PV com pedido para que se unam em torno da candidatura de Serra.
Por sua vez, o blog da militância tucana lança mão de declaração da então candidata verde à Presidência de forma descontextualizada para fazer seu proselitismo eleitoral. “Marina se posiciona: Brasil não pode ser entregue a quem conhece”, afirma inadvertidamente a divulgação dos defensores do ex-governador de São Paulo.
“Estamos no final do segundo turno, e os brasileiros já tiveram acesso a muitas informações sobre os candidatos à Presidência. Não há mais desconhecidos. O eleitor vai às urnas consciente da sua escolha e não sujeitará a formação de sua opinião àqueles que usam artifícios ingênuos para distorcer a realidade”, afirmou Marina.
A senadora voltou a manifestar o posicionamento que ela e o Partido Verde tornaram público desde o último dia 17 de outubro sobre a fase final da disputa presidencial: independência em relação a Dilma e Serra.
“Os quase 20 milhões de brasileiros que endossaram meu projeto e o de Guilherme Leal no primeiro turno sabem que o respeito ao eleitor é um princípio inquestionável na nossa prática política, o que nos diferencia daqueles que querem o poder pelo poder”, concluiu Marina Silva.

Parabéns Presidente Luiz Inácio Lula da Silva



 
Hoje é dia de comemorar o aniversário de uma das pessoas mais importantes do nosso país, um dos maiores ou poderiamos dizer o melhor presidente que poderiamos ter tido na nossa história. Hoje é dia de agradecer a ele por todas as novas oportunidades que foram abertas, agradecer por ter uma igualdade social em nossa sociedade, agradecer por ser um presidente que da valor a números, mas principalmente ao seu povo, por ser essa pessoa que fez os outros países falarem conosco como um país grande, por trazer educação, emprego, moradia, saúde, dignidade e orgulho de ser brasileiro, enfim ... se fossemos agradecer por tudo, teriamos que ficar aqui dias e dias, mas essa é uma pequena homenagem ao nosso ETERNO presidente LULA, que certamente não conseguirá ler essa mensagem, mas que sabe que o povo brasileiro está ao seu lado. E é sempre bom lembrar que, o pobre e o analfabeto mudou o Brasil, o rico e bem estudado, quebrou o Brasil. Confiamos no senhor, como confiamos na candidata Dilma Rousseff presidente, sabemos que só ela pode continuar tudo que o senhor fez e se Deus quiser, irá fazer mais ainda e dia 31 pode ter certeza que terá nosso apoio, não só nesse dia, mas em todos! Feliz Aniversário, desejamos tudo de bom, muita felicidade e saúde, que o senhor continue sendo essa pessoa especial e que se preocupa não só com os pobres, mas com todos que necessitam mais.

Lula & Dilma
Para o Brasil seguir mudando!

26 de out. de 2010

DENÚNCIA URGENTE - Ajudem a divulgar

 

Pessoal, não sabemos se essa denuncia procede, mas precisamos divulgar para evitar que nos peguem de surpresa. O fato é que se dermos o alerta podemos intimidar, então vamos lá. Divulguem onde puderem na rede e com amigos.

O Texto denúncia foi postado no Blog Brasil Mobilizado :


DENÚNCIA URGENTE


Recebi este alerta de uma companheira que tem uma intensa prática nas redes sociais. Estivemos juntas na última campanha de Lula para presidente no Orkut, que era então o site de relacionamentos mais atuante.

Não estou preocupada em checar fonte ou apurar a veracidade da mensagem, pois do PSDB e das forças tenebrosas que estão alinhadas com ele se espera tudo.

Se não se confirmar, me desculparei com os leitores do blog. Mas prefiro reforçar a segurança da porta do que me lamentar depois que ela foi arrombada.

Leiam, repassem a seus contatos por e-mail e boca a boca, pois como diz o ditado popular: Prevenir é melhor que remediar.



Sou morador de São Paulo do bairro Santa Cecília, que fica próximo a avenida São João, e hoje ouvi duas pessoas em um bar que fui nesta avenida, falando baixinho sobre a armação que tá sendo criada para o dia 29 de outubro.

Segundo estas pessoas um número x de camisas foi mandada ser feita com a insignia do PT, a estrelinha, e muitas pessoas vão estar na passeata que FHC promove neste dia, criando um badernaço sem igual e que terá grande mídia, com estas camisas sempre aparecendo.

Falavam as duas pessoas que toda a grande mídia já sabe deste fato, e que isso quer fazer as pessoas pelo JN dar cobertura, e outras mídias também, de isso fazer o voto mudar, por sentimentalismo das imagens demonstradas, como eles falavam, de total vandalismo no centro de São Paulo, por parte de petistas. Serão apresentadas muitas pessoas ensanguentadas.

A intenção de divulgarmos isso em nosso blog é por conta própria, para que todas as pessoas fiquem alertas, fiquem atentas com o que pode vir ainda até o fim da eleição. Não estamos incriminando ninguém, apenas divulgando e nos previnindo de novas mentiras.
Será grande armação esta semana - URGENTE
ATENÇÃO

Debate na TV Record - Melhores momentos


Apenas Dilma pode garantir desenvolvimento no Nordeste

No debate da TV Record, a candidata Dilma Rousseff mostrou que é a única que tem uma proposta clara para o desenvolvimento do Nordeste. O concorrente do PSDB, José Serra, demonstrou mais uma vez que não conhece a região e as mudanças que o governo Lula conseguiu levar para os nordestinos.
Dilma apontou que as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foram responsáveis por fazer a região crescer à taxas chinesas. Para Serra, que não conhece as necessidades dos nordestinos, as refinarias no Nordeste ainda não saíram do papel.
“Não adiante falar que elas [as obras] não existem. A população sabe. É engraçado que quando o senhor vai para o Nordeste o senhor diz que a obra existe. Não fizeram nem 1 quilômetro da transposição do Rio São Francisco. O senhor deve visitar o Nordeste, candidato, para ver a refinaria Abreu e Lima e daí não diria que ela não sai do papel”, disse a petista para o tucano.
Serra voltou a demonstrar menosprezo pelo PAC dizendo que ele não passa de uma “lista de obras”. Dilma lembrou ao tucano que até agora ele não apresentou nenhuma nova proposta na área de infraestrutura, apenas as já inscritas no PAC.

ProUni

Dilma questionou o adversário para saber se ele pedirá ao seu principal aliado, o DEM, para que retire a Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra o Programa Universidade para Todos (Prouni). Mas ele não respondeu e preferiu dizer que o DEM não questiona o programa.
O DEM, aliado de José Serra, ingressou em 2004 com a ação no Supremo. Ou seja, o DEM é contra que os jovens de baixa renda tenham acesso ao Ensino Superior. Até agora, mais de 700 mil estudantes em todo Brasil já se beneficiaram do Prouni. Sem ele, todos não teriam acesso à universidade.


Pré-sal é bilhete premiado, e Petrobras vai cuidar dele

A candidata Dilma Rousseff, defendeu o novo modelo de exploração do petróleo na camada pré-sal, que muda a lógica de exploração dando ao Estado o controle das reservas. Já o candidato tucano preferiu atacar o novo modelo.
“Você ficou caladinho quando tentaram mudar o nome da Petrobras. O senhor não tem coragem de mostrar sua posição. O senhor está no partido errado, porque seu partido vota contra a lei que garante que a Petrobras será a exploradora do pré-sal”, disse Dilma.
Ela informou aos eleitores que, quando o Brasil tinha apenas reservas de petróleo de baixa qualidade, era viável o modelo vigente na época dos tucanos, em que empresas de fora do país assumiam o risco de exploração.  No pré-sal, isso muda porque o risco de um dos poços estar vazio é pequeno e quem tem a tecnologia para extrair o petróleo é a Petrobras.
“Nós não éramos um país com petróleo de alta qualidade. Um dia a Petrobras descobriu uma reserva. Quando descobriu que tinha bilhete premiado e não podia passa para empresas estrangeiras mudamos o modelo e dissemos que o petróleo passou a ser do povo brasileiro", explicou.
Segundo ela, "a partir daí nós criamos um plano para que a riqueza do pré-sal sirva para a saúde, a educação, para erradicar a pobreza, investir em ciência e tecnologia, dar acesso a cultura e cuidar do meio ambiente”.
Hoje, mais um aliado de Serra, dessa vez o deputado Luiz Paulo Veloso Lucas (PSDB), disse à Folha de S. Paulo que o governo não estava adotando o modelo correto e que a Petrobras não devia investir em refinarias. Serra preferiu rejeitar o aliado.


Dilma cobra investigação sobre braço direito de tucano


A candidata à presidência, Dilma Rousseff, cobrou novamente do candidato tucano uma explicação de por que o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, não foi investigado pelas autoridades estaduais, após ter seu nome envolvido com suspeitas de irregularidades nos contratos com as empreiteiras que construíram o Rodoanel em São Paulo.
Serra mais uma vez se esquivou de explicar por que o governo tucano não abriu sequer uma sindicância para apurar os malfeitos do aliado, conhecido entre os membros do PSDB de São Paulo como Paulo Preto.
“O candidato Serra, quando está pressionado inventa, essa história de trololó. Ele só enrola. Ele [Paulo Preto] é braço direito, esquerdo e até talvez a cabeça também do candidato Serra. Ele é responsável pelas principais obras do governo Serra em São Paulo. Ele mudou o contrato da Dersa com as empreiteiras e três vigas do Rodoanel caíram. Como isso pode ser exemplo de gestão do Serra?”, questionou a petista.
Dilma também perguntou a Serra o motivo de a Polícia Civil de São Paulo não ter investigado Paulo Preto, quando descobriu uma jóia roubada com ele.  “A Polícia Civil de São Paulo podia investigar, por ele ter recebido uma jóia roubada. Ou o senhor podia ter aberto uma sindicância para avaliar a gestão dele na Dersa. Tem gente que investiga e pune. E tem gente que acoberta e ainda considera a pessoa que cometeu o malfeito como competente e sério”, disse Dilma para Serra.
Ela lembrou ainda que Serra disse que não conhecer o aliado num dia, mas que depois de uma entrevista em que Paulo Preto afirmou à Folha de S. Paulo que “não se deixa um aliado ferido na estrada”, o tucano rapidamente se lembrou de Paulo Souza e até lhe fez elogios.



No debate, Dilma perguntou e não teve respostas de Serra


Desde o primeiro debate entre os candidatos, Dilma Rousseff questiona o tucano José Serra, sobre a política de emprego. Mas ele nunca respondeu. Hoje, no debate da TV Record, por duas vezes Dilma perguntou, e o concorrente do PSDB não respondeu. A avaliação da petista e dos aliados é que Serra não tem propostas para o emprego, por isso foge. Até agora, foram nove debates e nenhuma resposta.
Em mais um debate em que deixou claras as diferenças entre o PT e o PSDB, Dilma apontou a falta de transparência de Serra ao lidar com aliados políticos como Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, a inexistência de propostas dos tucanos para a região Nordeste e o despreparo de Serra ao falar de temas como emprego e segurança pública.
Ao final do debate, a candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando lamentou a atitude de soberba e desdém de Serra e disse que ficou sem várias respostas do tucano.
“Teve um pouco de soberba e desdém do candidato Serra. Eu tentei não deixar perguntas sem respostas. Mas eu tive que lutar muito para ter algumas perguntas minhas respondidas. A do emprego, por exemplo. Acho que ele não responde sobre a questão. Dizer que não é real a geração de quase 14 milhões de empregos é forçar os números, vou dizer assim para ser elegante”, argumentou.
Paulo Preto
Dilma disse que não trouxe a polêmica de ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, conhecido entre os tucanos como Paulo Preto, à tona, mas que o caso serve para mostrar a diferença de atitude do PT e do PSDB em relação malfeitos na administração pública.
“Um governo que ao perceber o malfeito investiga e pune. E outro que é encoberta. Nos governos sempre vai ter problema. Tem que se preparar e, em havendo, ver qual a medida que toma. É por aí que se distingue um governo e outro. É uma posição política. A diferença existe entre governo que investiga e pune [o do PT] e o governo que encobre, acoberta e disfarça [o do PSDB]”, comentou.
Para o deputado e coordenador da campanha de Dilma, José Eduardo Cardozo, Serra parecia um pouco distante da realidade brasileira. “O Serra foi deselegante em alguns momentos. Mas os eleitores vão observar qual o comportamento deve ter o futuro presidente da República no trato com as pessoas. Dilma foi segura e excepcional. Ele chegou até a falar em disco voador, acho que a cabeça dele estava em Marte”, ironizou o petista.

Emprego

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, também comentou a falta de propostas de Serra para a geração de empregos. Ele lembrou que o tucano foi questionado em todos os debates sobre o tema e nunca ofereceu uma resposta.
"O nosso adversário está desde o primeiro debate fugindo da pergunta sobre emprego. Pelo menos dessa vez ele apresentou a capa anti-Lula que ele deixou guardada por muito tempo. Foi o debate que mais ajudou do ponto de vista programático para ver as diferenças. Se debateu aqui emprego qual a postura em relação reforma agrária, em relação aos movimentos sociais, à política de segurança e saúde”, disse.

Não a mais dúvidas, Dilma Presidente para o Brasil seguir mudando.

25 de out. de 2010

DEBATE DA RECORD: ACOMPANHE AQUI!

Mensagem de Dilma aos seus militantes


Para o Brasil seguir mudando!

Conheça os manifestos de apoio à nossa futura Presidente Dilma!!!


Grupos que estão apoiando Dilma 13 para Presidente:


Artistas e Intelectuais:

Pontos de Cultura:

Circuito Fora do Eixo:

Periferia é Dilma:

Professores Universitários:

Juristas e Professores Universitários:

Filósofos e Pesquisadores:

Professores e estudantes da UnB:

Manifesto à Nação Brasileira:

Manifesto de Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos brasileiros:

Movimentos Sociais:

Psicólogos c/ Dilma:

Funcionários Públicos (Ministério da Fazenda):

Povo de Terreiro:

Jovens Católicos:

Marineiros:

PV Francês:

Manifesto dos Médicos:

Manifesto dos Trabalhadores no Setor de Saúde:

Manifesto do Movimento Social Negro:

Manifesto das Mulheres:

Manifesto das Lideranças GLBT:

E Você? Vai apoiar e votar em quem??

24 de out. de 2010

A Dilma que não passa na Globo e que a gente não lê na Veja

Para quem se alimenta das redes sociais, falar em jornalismo de rede globo, veja, o globo, folha e afins é quase uma afronta. Essas empresas não fazem jornalismo, elas fazem política de oposição a um governo progressista e a uma candidatura que continuará tais mudanças. Elas fazem defesa de seus interesses comerciais. Elas não defendem liberdade de imprensa, elas defendem o lucro de suas empresas.
O jornalismo praticado por estes conglomerados midiáticos para mim é igualzinho àquelas fofoqueiras solitárias de cidadezinha do interior das décadas de 1960, 1970 que controlavam com quem fulano saía, o comprimento das saias de Maria, a entrada e saída de pessoas da casa de João.
Ou vocês acham que existe jornalismo em uma emissora que gasta 7 minutos do seu principal telejornal pra forjar uma agressão a um candidato, contratando um perito de áudio para analisar imagens, cuja reputação está cada dia mais duvidosa e cuja reporcagem valeu uma sonora vaia de jornalistas da mesma emissora em sua sede em São Paulo?
Seria fazer jornalismo uma revista publicar em sua capa uma fofoca, não mostrar áudio algum que sustente sua suposta denúncia e não publicar uma única linha dos entrevistados que ainda perdem tempo em responder a este folhetim?
Por que não vemos na TV ou nas páginas dos folhetins das famiglias que produzem jornalixo a voz dos acusados como esta aqui embaixo?